|
ANTERO DE ALDA ALDEIAS SERRANAS DAS BEIRAS
|
|
|
som de entrada APANHA A SAIA (trad.) Vouzela, 1981 |
|
|
ROMANCE DO HOMEM RICO ALDEIAS SERRANAS DAS BEIRAS: ROMANCE DO HOMEM RICO
A LENDA DO MORTO QUE MATOU O VIVO Em tempos não havia cemitério na pequena aldeia da Pena, no concelho de S. Pedro do Sul, distrito de Viseu. Pessoa que ali morresse tinha de ser enterrada em Covas do Rio (logo abaixo de Covas do Monte), para onde era transportado o caixão, à mão ou numa padiola, por íngreme caminho. Conta-se que, certo dia de aziago, numa destas viagens um dos homens que carregava o defunto escorregou e o caixão caiu-lhe em cima... Assim, o tenebroso atalho ficou para sempre conhecido como «o caminho do morto que matou o vivo.» Verdade ou lenda, certo é que a história reflecte bem o isolamento em que ainda hoje se vive nas pequenas aldeias dos majestosos cabeços e escarpas afiadas das serras das Beiras: Caramulo, Freita, Arada, Montemuro...
A saída das cabras em Covas do Monte S. Pedro do Sul, VISEU
1'59''
AGO 2008
«Era um homem muito rico, duas vezes viuvou, arranjou a mulher pobre, grande soberba apanhou...» JUEUS Tondela, Março/Abril de 2010
| |
|
|
|
|
|
|
||||||||||
|
ALENTEJO: |
|
ALTARES INTERIORES |
|
BARROSO I: Maria Malta & Felicidade Coelho |
|
BARROSO II: Dinheiro do vento...
|
|
FESTA DOS RAPAZES Nordeste transmontano |
|
NASO E SENDIM Planalto mirandês |
HISTÓRIAS DO SAGRADO E DO PROFANO |
MIL VIDAS TEM S. GONÇALO Amarante |
||
|
|
|
|
|
|
||||||||||
|
MONTESINHO: Viver e morrer devagar... |
|
PENEDA-GERÊS: Maria Vaz & Duas velhinhas muito velhinhas |
|
PARA LÁ DO MARÃO Nordeste transmontano |
|
RETRATOS & TRANSFIGURAÇÕES |
|
VIDA E MORTE CLANDESTINAS: matança do porco
|
ALTO DOURO
VINHATEIRO |
Reportagem VIDAS DE COMBOIO Linha do Douro |
Reportagem OS POBRES NÃO TÊM FÉ |
|||
|
Por razões de segurança foram retiradas as identificações da
maioria das pessoas fotografadas.
Se a sua fotografia consta nesta página contra a sua
vontade, por favor entre em
contacto. |
||||||||||||||
SITE EM FLASH | Bio | BLOGS CâmarAntiga | os dias todos iguais...
antero de alda © Direitos reservados desde 2005