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aldeias serranas das Beiras

Pelos caminhos do morto que matou o vivo

 mús. Apanha a Saia | Vouzela, 1981   Fotografias de Ago2008  Ver AMPLIAÇÕES

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Maria Martins Ribeiro

Fernando e Maria

Maria de Lurdes e João Almeida

O casal Maria e João

Covas do Monte

 

Maria Gomes

Póvoa das Leiras, Candal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em tempos não havia cemitério na pequena aldeia da Pena, no concelho de S. Pedro do Sul, distrito de Viseu. Pessoa que ali morresse tinha de ser enterrada em Covas do Rio (logo abaixo de Covas do Monte), para onde era transportado o caixão, à mão ou numa padiola, por íngreme caminho.

 

Conta-se que, certo dia de aziago, numa destas viagens um dos homens que carregava o defunto escorregou e o caixão caiu-lhe em cima... Assim, o tenebroso atalho ficou para sempre conhecido como «o caminho do morto que matou o vivo».

 

Verdade ou lenda, certo é que a história reflecte bem o isolamento em que ainda hoje se vive nas pequenas aldeias dos majestosos cabeços e escarpas afiadas das serras das Beiras: Caramulo, Freita, Arada, Montemuro...

 

 

 

 

 

 

 

 

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