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som de entrada ABOIO DE PASTORA... (ext.) Bragança, 1982 |
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ALDEIAS DO MONTESINHO: VIVER E MORRER DEVAGAR...
ALDEIAS DO MONTESINHO: VIVER E MORRER DEVAGAR...
«A água no S. João vira vinho, azeite e não dá pão.» HELENA SUBTIL Réfega, Bragança, Agosto de 2007.
« Aconteceu que até aos vinte e seteanos de idade tive a alegria de viver na solidão da casa e da família, com um belo jardim à minha volta.
Fiquei, assim, um ser não corrompido e, fazendo justiça à natureza, sigo o murchar da floresta ou o destino do jardim.
......................................... Fui tão inevitável paraíso e estive tão perto da grande bondade divina... Ninguém sabia como o tormento é grande atrás da porta da minha solidão.» BELLA AKHMADULINA 'Aconteceu' Tradução de Manuel de Seabra
SANTOS E RECORDAÇÕES DE ALZIRA MATILDE GASPAR
MOIMENTA DA RAIA,
VINHAIS: SANTOS E RECORDAÇÕES DE ALZIRA MATILDE GASPAR
O Parque Natural do Montesinho estende-se pelo território fronteiriço do nordeste português, desde Quintanilha (ao sul), passando por Réfega, Deilão, Guadramil, Rio de Onor, Varge, Aveleda, Meixedo (já periférico do círculo bragantino), França, Montesinho, Mofreita, Moimenta e Pinheiro Novo (no extremo norte-oeste, com ligação ao planalto montanhoso do Barroso). Em Moimenta da Raia, uma aldeia isolada às portas da Galiza de Espanha, vive Alzira Matilde Gaspar. Alzira tem 77 anos. Ficou sozinha, depois da morte do marido há um ano atrás. Reza todos os dias a Santa Luzia e a Nossa Senhora de Fátima. MOIMENTA DA RAIA, Vinhais, Novembro de 2006.
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