


© viviane dalles
A empresa norte-americana Monsanto juntou-se à Mahyco, na Índia, para produzir algodão em grande escala, prometendo avultados lucros aos proprietários das terras. A Índia tornou-se rapidamente no terceiro produtor mundial de algodão, com uma quota de 12% do mercado mundial e com cerca de 60 milhões de pessoas dependentes deste negócio. Entretanto, após sucessivos anos de más colheitas, muitos agricultores faliram e outros tantos começaram a introduzir nas suas culturas (não só de algodão, mas também de arroz, cereais e legumes) sementes geneticamente transformadas, que estão a causar danos irreparáveis ao meio ambiente. Depois dos casos de agricultores que se suicidaram por não poderem pagar os empréstimos contraídos, em muitas regiões do país o problema reside agora nas graves doenças que afectam seres humanos e animais devido à contaminação dos solos e da cadeia alimentar...
(...) Driven by bad harvests and ever increasing debts from buying extra pesticides, more than 90% of farmers have turned to genetically modified seeds as the
"miracle" solution. But Bt cotton was not developed for this ecosystem, ie. alongside the climate and predatory insects. Many farmers have had a nasty surprise and have been obliged to use pesticides not properly adapted for cotton. Some find themselves submerged in debt from banks and increasingly high interest rates from private money lenders. Unable to survive and in the face of despair, some small farm owners see no other way out than to end their own lives.
(...) The increasing use of GM seeds in India is causing irreversible damage to the environment, in particular depleting soil minerals...
Monsanto covets the White Gold
Índia, 2006.






















